A PPP é uma boa alternativa para a saúde – SIM

Fonte: O Estado de S.Paulo
Autor: Januário Montone Parcerias Público-Privadas (PPPs) realizadas para viabilizar e acelerar obras de infraestrutura já são uma realidade, mas, na Saúde, as iniciativas ainda são tímidas. Isso valoriza a decisão do governo paulista de lançar uma PPP para modernizar a assistência farmacêutica do SUS – que envolve o fornecimento desde vacinas até o tratamento de doenças crônicas, além dos materiais e medicamentos de uso hospitalar, como o Complexo do Hospital das Clínicas. O gigantismo do sistema e sua fragmentação têm provocado falhas de abastecimento que prejudicam o funcionamento dos serviços de saúde e infernizam a vida do cidadão. Com a PPP, os recursos da iniciativa privada e sua experiência em manter abastecidas milhares de farmácias espalhadas pelo País poderão ser usados para melhorar o SUS. A PPP não vai interferir na definição ou na compra dos medicamentos e insumos. Limita-se a ações de distribuição e controle, incluindo a instalação de centros regionais, farmácias nos municípios e a completa informatização do sistema, cuja implantação deverá ser mais rápida que nos processos tradicionais, pois o concessionário só recebe pelos serviços que vai prestar. O resultado é que as melhorias devem chegar mais rápido para os paulistas que dependem do SUS, com um serviço mais próximo e muito mais confiável. Januário Montone foi secretário Municipal de Saúde do Estado de São Paulo e diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)

A PPP é uma boa alternativa para a saúde? Não.

Fonte: O Estado de S.Paulo Autor:Sonia Fleury Depois do fracasso do modelo neoliberal, o Estado foi chamado a salvar o setor bancário dos resultados de sua especulação financeira sem regulação, injetando milhões que foram subtraídos de outros gastos públicos. Sobrou o aprendizado que viu necessário atualizar sua estratégia: em vez de combater o Estado, beneficiar-se dos seus recursos por meio de Parcerias Público-Privadas (PPPs). O que une as duas pontas é a afirmação do fracasso da gestão pública. Apesar da experiência de PPPs ter mostrado inúmeros problemas, os gestores do SUS insistem em apresentar a modalidade como a salvação agora da distribuição de medicamentos. A experiência internacional nos ensina que não houve redução do gasto, pois a atenção nas PPPs custou mais caro, mesmo com a isenção de várias competências do setor público. Muitos contratos acabaram revistos porque a precificação em longo prazo, dada a alta incorporação tecnológica, é inviável. Muitos não garantiram a qualidade para aumentar os lucros, mas contrataram provedores, em uma escalada de custos. Justificados pela flexibilidade do setor privado, contratos mostraram-se inflexíveis na crise. A gestão privada defende o segredo ao invés da transparência. Nem sempre o que é bom para o contratante e contratado é bom para a população. Sonia Fleury é doutora em ciência e professora da Escola Brasileira de Administração de Administração Pública e de Empresas (Ebape/FGV).

Entenda que você é a empresa

Os clientes não fazem distinção entre você e a empresa. Não importa seu cargo, seu departamento ou sua experiência. Para eles, você é a empresa.

Toda a imagem, cultura e valores da empresa serão transferidos ao cliente principalmente através de você e suas atitudes.

Para ilustrar este tópico, cito o exemplo relatado no livro [1]Atendimento nota 10:

Conta a história de uma mulher que viajou até o Walt Disney World e após 20 minutos para comprar um sorvete uma gaivota a roubara o sorvete após um descuido. Ficou chateada, mas continuou em frente. Momento depois ela é abordada por alguém com um uniforme e uma pá:

“Com licença senhora, eu vi aquela ave levando seu sorvete. Infelizmente, isso sempre acontece por aqui. Será que poderia me acompanhar para que eu possa lhe dar outra casquinha? A sua era de flocos, não?”

Que experiência! Que atendimento a cliente. A pessoa que estava limpando assumiu a responsabilidade e serviu. Ela faz parte da missão da empresa que era assumir a responsabilidade para com o cliente e resolver seu problema.

Traduzindo, os clientes não sabem quantas ligações esta farmácia atende, se o sistema caiu, se o entregador não sabe o trajeto. Para eles você é a empresa e tem que resolver as questões. É imprescindível que esta responsabilidade de cativar o cliente seja assumida por todos, a começar de mim.

Frases como “são ordens da empresa”, “isso é a política da empresa” mostra aos clientes que você é apenas um funcionário e se você se sentir assim nunca será capaz de ajudá-los e poderá ser substituído. Funcionário que diz isso não entende seu papel e sua missão dentro da empresa.

O fato de você encarnar a empresa aos olhos do cliente mostra que você tem uma missão a cumprir.

Confiança no atendimento a Clientes

Por Marcelo Cristian,

A linha que separa a satisfação total da fidelidade deve ser coberta por um escudo de confiança. Somente através de uma relação de confiança entre clientes e empresa podem-se criar barreiras para a ação da concorrência. As pessoas confiam em quem os respeita, os ouve e os surpreende. E são fiéis quando e enquanto confiam.
Lembre-se que esta confiança não é comprada, mas conquistada com o tempo e as relações a longo prazo, discutidas anteriormente.
Sendo mais específico, a confiança é muito importante para todos os profissionais de atendimento, mas para os profissionais de uma farmácia é muito importante. Isso porque farmácia não é um varejo qualquer. Ele é diferente, não só por seus produtos, mas também pelo estado que encontra os clientes.
Os clientes de uma farmácia precisam confiar na empresa, no produto e no vendedor para que possa estar satisfeito e voltar a comprar.

Os grandes desafios da saúde

Fonte:O Estado de S. Paulo
A situação do sistema de saúde é grave, não só porque é ruim hoje, mas porque pode ficar ainda pior no futuro, como mostram estudos que vêm sendo realizados por especialistas. Além de ter de resolver os problemas que o afligem agora – sérios o suficiente para ameaçá-lo com o colapso –, o sistema de saúde tem de se preparar para os enormes desafios que o esperam nas próximas décadas. Em outras palavras, as dificuldades a serem superadas – pelos setores público e privado – para dar à população atendimento digno são maiores do que se poderia imaginar.
Dados importantes sobre essa questão – aos quais as autoridades federais, estaduais e municipais deveriam dar a máxima atenção, já que dividem as responsabilidades nesse caso – foram fornecidos por um seminário promovido pelo jornal Valor e a Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa.
Pode-se dizer, em resumo, que três fatores principais deverão pressionar o sistema de saúde até 2030 – o crescimento da população, cujo ritmo vem diminuindo, mas ainda será significativo, o seu envelhecimento e a ascensão social das camadas mais carentes, que exigirão cada vez maiores cuidados.
O aumento populacional deve ser de 10%, com o número de brasileiros chegando a 225 milhões. Os idosos serão cerca de 40 milhões, quase a população da Argentina (42 milhões).
O aumento da expectativa de vida – de 70,4 anos, em 2000, para 73,4 anos, hoje – é um dos mais importantes indicadores de que o Brasil realmente começou a se aproximar dos países desenvolvidos. Mas isso tem um preço elevado, porque um bom número de idosos é de baixa renda – o que exige dos governos maiores investimentos na rede pública de saúde para atendê-los – e porque as despesas com saúde crescem muito nessa faixa etária.
É maior entre os idosos, por exemplo, a incidência de câncer, diabetes, doenças cardíacas e pulmonares e depressão. O tratamento de todos esses males requer medicamentos em geral caros e de uso contínuo. Os procedimentos médico-hospitalares de que precisam os idosos são também mais frequentes e de alto custo. Como diz o secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha: “O envelhecimento deve aumentar a demanda por saúde, porque haverá mais intensidade no uso de serviços, ou seja, a indústria terá mais mercado para vender e os médicos e hospitais terão de atender mais”.
Para enfrentar os desafios que esperam o País até 2030, é preciso agir logo, atacando os problemas de hoje e, ao mesmo tempo, programando a expansão e a melhoria do sistema de saúde. Um dos problemas, segundo o presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), Florentino Cardoso, é o contingenciamento dos recursos da saúde, feito pelo governo para ajudar a fechar suas contas: “Por que o governo deixou de usar R$ 17 bilhões no ano passado? Por que houve esse contingenciamento? O subfinanciamento é o problema mais grave da área”.
Investir no sistema público – que atende a grande maioria da população –, reajustando a tabela de procedimentos do Sistema Único de Saúde (SUS), é indispensável, primeiro para salvá-lo e, em seguida, para dar-lhe condições de absorver a demanda do crescimento da população e o seu envelhecimento, nas próximas décadas. Salvar é a palavra correta, porque, com uma tabela que cobre apenas 60% dos custos dos procedimentos, o SUS está a perigo. Corre o sério risco de entrar em colapso a curto prazo, porque nesses termos nem mesmo uma mágica aritmética é capaz de fechar suas contas.
A situação do setor privado – planos de saúde, hospitais e laboratórios particulares – também não é das melhores. Ou investe mais, para aumentar rapidamente sua rede de atendimento, que já não consegue dar conta da demanda, ou se verá logo em sérias dificuldades. Segundo a Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), é preciso investir R$ 5 bilhões em cinco anos para eliminar o déficit de 14 mil leitos. Esforço do qual o poder público tem de participar.

Gestão de estoque na farmácia

Colocamos aqui algumas orientações que nossos clientes da consultoria recebem quando o assunto é ESTOQUE.
ESTOQUE É DINHEIRO:
Estoque é dinheiro, e MUITO DINHEIRO em constante movimentação. Erros nos estoques causam perdas de venda, atrasos, clientes insatisfeitos, concorrência mais forte.
EQUIPE:
Conscientize a equipe da importância do estoque para a farmácia e cobrar atenção. Essa ação focará o estoque na empresa e em toda a reunião fale sobre esse assunto; Mostre a eles o desperdício e coloque metas.
Premie tua equipe quando ela alcançar as metas. Evite Punir sua equipe.
INDICADORES:
Crie índices de qualidade, desvio e indicadores para que sua empresa tenha mapeado os resultados do estoque. Só posso melhorar aquilo que consigo medir.
MANUAIS e REGRAS:
Crie manuais operacionais com os processos claros e definidos em como gerir o estoque. Mapeie constantemente os processos que prejudicam seu estoque e adote ações corretivas para esse fim.
SEGURANÇA:
Adote medidas de segurança (câmeras, conferencias cruzadas, informatização) Conferência por XML, Uso de Leitores. Uso da Tecnologia.
PROFISSIONAIS CAPACITADOS:
Bons profissionais de estoques são metódicos, rigorosos, detalhistas, confiáveis…  Estoque não é lugar para profissionais imaturos trabalhar. Coloque um PROFISSIONAL trabalhando aqui para gerenciar teu estoque. Ele é $.
CADASTRO:
Produtos com mais de um cadastro? Um item com cadastros diferentes? Isso aumenta o risco de erros em seus estoque.
Contagem de ESTOQUE:
Contagens gerais são trabalhosas e com muito risco. O ideal é realizar contagens aleatórias, diárias em processo contínuo. Toda a equipe se responsabilizando e a equipe do almoxarifado também.
DIVIDA AS PRATELEIRAS:
Divida as prateleiras entre os funcionários e responsabilize-os por aquele espaço. Gerenciamento dos vencidos, limpeza, controle de preços e etiquetas no caso das perfumaria.
LIBERE ESPAÇO:
produtos que não possuem saída, fora de estação fora de época. Faça promoções, aproveite que os consumidores valorizam essa ação.
ATUALIZE o SISTEMA:
Cálculos de demanda, média de consumo, estoque mínimo, de segurança. Todas essas informações existem no sistema e precisam ser utilizadas.

Drogaria é COMÉRCIO!

Fonte: ABCFARMA O Supremo Tribunal Federal acatou o pedido da ABCFARMA para ingressar em duas ações diretas de inconstitucionalidade, já em andamento, que contestam leis estaduais que regulamentam a venda de outros produtos em farmácias e drogarias. Teve o mesmo destino o pedido da ABRAFARMA e da Confederação Nacional do Comércio – CNC. Toda essa discussão que chegou ao Supremo é desnecessária e inócua diante do sistema jurídico vigente atualmente no país. Pode parecer arrogância nossa dizer que os outros estão errados, mas, sob a óptica da democracia, opiniões fundamentadas nunca podem ser classificadas como arrogantes. Essa opinião decorre de lógica e de um pouco de conhecimento no ordenamento jurídico, pois, no segmento de farmácias e drogarias, sua lei máxima, a Lei Federal 5991/73, abaixo apenas da Constituição, que veio regular o comércio varejista de medicamentos, diz que a atividade de farmácia e drogaria é comercial. Ora, se a lei máxima do setor diz que a atividade de farmácia e drogaria é comercial, é ilógico dizer que farmácias e drogarias são estabelecimentos de saúde. Isso porque estabelecimentos de saúde são disciplinados pela Lei do SUS, recebem recursos públicos, têm direitos e obrigações infinitamente mais delineados do que farmácias e drogarias e devem ser fiscalizados minuciosamente e com rigor. Esse erro de conceito tem dificultado, em muito, o trabalho dos empresários que se dedicam ao ramo, levando muitos a deixar de empreender diante das dificuldades de seguir normas com cargas ideológicas que se submetem aos interesses de categorias profissionais, ou na dificuldade do Estado em fiscalizar os que descumprem a lei – esses que sempre devem ser punidos com rigor. Diante desses fatos, a ABCFARMA se coloca como defensora, como sempre foi, do comércio varejista de medicamentos, posicionando-se a favor das farmácias e drogarias, sem desrespeitar os preceitos legais, sempre sob a proteção do regime democrático. Portanto, não nos importa o resultado das ações no Supremo, que iremos cumprir integralmente dentro do que manda a lei, mas importa a defesa de uma categoria que merece e deve ser respeitada, pois em cada farmácia ou drogaria há um ou um grupo de cidadãos brasileiros que contribuem para o país. Se CNPJ não sente dor, o empresário por trás desse número sente, assim como todos os que defendem a causa do segmento que representa, e, nesse sentido, a ABCFARMA vai sempre se manifestar.

Qual o significado das siglas nos medicamentos (BD, XR, SR, etc)?

Qual o significado das siglas nos medicamentos (BD, XR, SR, etc)? Vários medicamentos apresentam, após seus nomes comerciais, algumas siglas como BD, XR, SR, SRO, DI, SL, AP, CLR, LP, CD… Mas elas significam exatamente o quê? Para entendermos o significado das siglas, bem como suas diferenças, é necessário o entendimento de alguns conceitos básicos:

– Liberação (em inglês, release): O princípio ativo contido num medicamento precisa sair dele, ser liberado, para tornar-se disponível para absorção pelo organismo, e assim fazer seu efeito.
– Liberação convencional: É a liberação regular, comum. Aquela cujo padrão de liberação não foi modificado.
– Liberação modificada (modified release): É aquela cujas características de liberação do princípio ativo (fármaco) foram alteradas, para se conseguir um melhor efeito terapêutico, e menos efeitos colaterais, ou para uma maior conveniência do paciente, que pode, por exemplo, diminuir o número de tomadas diárias.
Todas as siglas das quais falaremos referem-se aos diferentes tipos de liberação modificada. Agora, vamos às siglas propriamente ditas:

  • XR (eXtended Release – Liberação Estendida): A liberação estendida tem como objetivo manter a liberação do fármaco por um período maior de tempo. Neste tipo, a liberação é suficientemente lenta para que seja possível estender o intervalo entre as doses por duas vezes ou mais.
    Exemplos: Efexor XR, Cipro XR, Glifage XR, Alenthus XR, Frontal XR
  • SR (Sustained Release – Liberação Sustentada): modalidade da liberação estendida que permite uma rápida liberação de uma dose ou fração do princípio ativo, seguida de uma liberação gradual da dose restante, por um período de tempo prolongado. Ou seja, ação rápida e duradoura.
    Exemplos: Voltaren SR, Indapen SR
  • BD (Bis in Die): Bis in die é uma expressão em latim que significa duas vezes em um dia. Os medicamentos com a sigla BD, portanto, devem ser tomados 2 vezes ao dia. São medicamentos que, em suas versões “normais”, devem ser tomados 3 vezes ao dia (a cada 8 horas), e nas versões BD, apenas 2 vezes (a cada 12h), o que facilita a adesão ao tratamento e a correta utilização destes medicamentos.
    Exemplos: Amoxil BD, Clavulin BD, Velamox BD.

Outras variações são:

  • AP (Ação Prolongada):
    Exemplo: Tylenol AP
  • LA (Longa Ação):
    Exemplo: Rebaten LA
  • LP (Liberação Prolongada):
    Exemplo: Biofenac LP
  • DI (Desintegração Instantânea):
    Exemplo: Biofenac DI
  • CLR (Crono-Liberação Regulada):
    Exemplo: Biofenac CLR
  • CD (Controlled Diffusion): controle da liberação do princípio ativo.
    Exemplo: AngipressCD
  • SRO (Sustained Release Oral):
    Exemplos: Hydergine SRO, Parlodel SRO
  • CR (Controlled Release):
    Exemplos: Tegretol CR, Adalat CR
  • OROS (Osmotic controlled-release oral delivery system):
    Exemplo: Adalat OROS

E existem ainda algumas siglas que não têm a ver com a modificação na liberação, como:
– Tylenol DC (Dor de Cabeça);
-Feldene SL (Sub-Lingual);
-Inicox DP (Dismenorréia Primária).
Existem inúmeras outras siglas com diversos significados e nem sempre tem relação com a lógica de farmacotécnica ou com a farmacologia do medicamento.
Texto: Jorge Beryllo e Patrick Cruz de Sousa

Preço é relevante para o varejo?

a) Preço ainda é um fator determinante no varejo? Em quais situações ou segmentos e porque? Sim, o preço é um fator determinante para o varejo. Ele beneficia o empresário, é útil ao cliente e também facilita o trabalho da equipe. Uma política de preço errônea causa os seguintes impactos: Desequilibra o caixa da empresa, Afasta clientes no caso da empresa possuir produtos “caros”, acima do mercado, Atrai clientes mas prejudica o andamento da empresa e não traz lucro, atrapalhando o fluxo de caixa, Cria uma imagem negativa da empresa frente ao mercado.
b) No canal farma quando o preço se torna determinante? O preço se torna determinante em todos os momentos. Pois através da política de preço conseguimos alguns benefícios para a farmácia: Ferramenta de marketing, Atração de clientes, Melhora na percepção de preços, contribuindo com a imagem da empresa de bons preços, A precificação correta auxilia no equilíbrio das contas, fluxo de caixa, A precificação correta faz com que a empresa venda exatamente dentro do preço justo e do mercado,  Aproveitar a oportunidade com a classe C e D que gosta de vantagens, Oferecer vantagens reais aos clientes, Ajuste nas contas com base na precipitação .
c) Em quais situações o preço perde para o atendimento? Existem clientes para preço, que só olham o preço e não percebem outros fatores relevantes que a empresa. Mas o atendimento é relevante em todos os sentidos. Os clientes hoje, principalmente da Classe C e D além do preço, querem ser bem tratados. Atendimento é essencial, premissa para todas as ações.
d) Como se dá a precificação de medicamentos no Brasil? Cada varejo define sua política de precificação? Cada varejo define sua política de precipitação. No entanto, as diferenças estão nas margens. Pois os critérios são os mesmos: Concorrência/mercado/percepção …aplicar o preço igual ou menor que a concorrência. Produtos que o cliente pesquisa o preço Alto giros/sazonalidade Produtos de Uso contínuo .
e) Quais os caminhos para o canal obter melhores margens? Margem Mix diferenciada em preços, margens não lineares com base na estratégia. Produtos de impulso, Baixo valor agregado, Produtos de status, Lançamento Produtos que o cliente não encontra com facilidade , Produtos de baixo valor agregado.
f) Quais as orientações da empresa para que o canal possa oferecer descontos sem perder a lucratividade conhecer o fluxo de caixa de sua empresa, Diagnosticar muito bem seu ponto de equilíbrio, Realizar o Demonstrativo de resultado, Conhecer bem seu cliente/público alvo, Diagnosticar a concorrência, Conhecer o Mercado, Saber tudo da Concorrência próxima, Perfil de clientes, Fluxo de caixa, metas financeiras, Tipo de produto, Nível de exclusividade que sua empresa tem, Imagem de sua empresa no mercado, ex…uma farmácia popular, que só tem produtos populares, similares Demonstrativo de Resultado, ponto de equilíbrio.
g) Como oferecer preço sem entrar em uma guerra de preços com a concorrência? Não oferecer descontos sem necessidade é possível com base no conhecimento interno de sua empresa e externo (concorrência), Identifique teu cliente e mostre a ele que você tem o preço justo do mercado para ele, Mostre a ele valor, Pesquise sempre o preço de seu concorrente, principalmente em produtos que o cliente possui alta percepção de preço. Ao precificar, divulgue ao clientes. Monte uma cesta de produtos que favoreçam a imagem de barateira de sua farmácia. Sempre observe e calcule o impacto da precificação no seu Ponto de EQUILÍBRIO, Produtos de baixo giro, baixo valor agregado não precisam seguir.

Clientes Recomendam

Confira os comentários de alguns dos nosso clientes:
Tuyze Caroline Rossi
Coordenador na Softpharma
– Além de excelente profissional, o Marcelo é uma pessoa amiga, prestativa e atenciosa, muito boa de lidar, recomendo abertamente seu trabalho.
Jorge Luis Antunes
Supervisor de Vendas na SOFTPHARMA SISTEMAS
– O Marcelo é um excelente profissional na área de consultoria para o varejo farmacêutico. Tive oportunidade de ver seu trabalho em vários eventos nacionais, onde a apresentação por ele realizada, retratava as oportunidades que varejo farmacêutico oferece e como os profissionais que atuam na área podem aproveitá-las da melhor forma. Gostaria de destacar as informações…mais
Luciana Bandeira
Gerente de Marketing e Projetos at Contento Comunicação
– Consultor com vasto conhecimento do varejo farmacêutico, com experiência em palestras e treinamentos para os profissionais que atuam no canal. Marcelo consegue criar uma identificação com a platéia e transmitir conhecimentos práticos, que podem ser facilmente aplicáveis no dia-a-dia para otimização de resultados.

Cesar Augusto Siqueira
Diretor da empresa Alvo Consultoria
– O Marcelo é com certeza um dos melhores profissionais que conheço na área de treinamentos de tecnica de vendas, além é claro de responsável e comprometido é dotado de uma visão capaz de fazer a diferença.
Danilo Lamounier
Gerente Administrativo na Comercial Cirúrgica Rioclarense Ltda
– Em 2010 o grupo Rioclarense contratou a Desenvolva Consultoria, a qual a ajudou a alcançar grandes resultados e desenvolver grandes projetos. Tenho certeza que este alicerce construído no grupo irá nos proporcionar a liderança de mercado em nosso seguimento.
Grace Kelly Camacho Camacho
Propagandista Médica na Farmacia Marcelo Manipulacao & Homeopatia
– Marcelo, é um profissional como poucos, realiza seu trabalho de forma objetiva, sua consultoria é garantia de ótimos resultados.
Marcelo , Parabéns, pelo trabalho maravilhoso.
Rodrigo Souza
Marketing
– O Marcelo é um excelente comunicador e tem profundo conhecimento do segmento farma, alias um dos poucos no Brasil. Consegue de forma clara e direta explorar tendências levando as pessoas ao pensamento “fora da caixa”, além de dar exemplos práticos de como evoluir no mercado. Tornou-se algo comum ao final de cada treinamento, receber emails de clientes com agradecimentos…mais
Christiane De Paula
Gerente na Comercial Cirurgica Rioclarense
– Tenho boas recomendações em relação ao serviço que o Marcelo desenvolve. O resultado é garantido, pois ele sabe agir na hora certa, e com a palavra certa. É tranquilo, conhecedor do assunto, tem boas idéias e principalmente confiável. Trabalho numa empresa em que o Marcelo presta serviços a algum tempo e com isso só tivemos bons resultados.
Luciane Mero
Marketing Manager
– Trabalhei com o Marcelo na Medley, onde ele iniciava sua carreira na Central de Atendimento ao cliente mostrando muita competência e capacidade na sua função.
Antonio Rufino Lima
Gerente Distrital – EMS Prescrição
– Marcelo é um profissional extremamente capacitado para executar o que se propõe. Dedicado e aplicado no desenvolvimento de pessoas e de suas competências.
Antonio de Pádua E. de Almeida
Pharma Marketing Professional
– Marcelo é um profissional dedicado, simples, objetivo e competente em tudo o que faz. Acompanhei sua carreira desde o inicio na Medley e depois como consultor, e em todos os momentos ele apresentou estas características. O Marcelo soube encontrar seu caminho dentro do mercado.
Pedro Eduardo Menegasso
Presidente no Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo
– Marcelo é um consultor muito sério e um dos poucos Farmacêuticos que se aprofunda nas questões relativas ao comércio farmacêutico e suas dificuldades. Tem colaborado com muitas empresas, trazendo propostas de melhoria na qualidade e nos aspectos profissionais.
Agnaldo Barreto
Gerente Administrativo na Rede Imperial de Farmácia
– Contratamos Marcelo Cristian através da Desenvolva Consultoria e obtivemos excelentes resultados em nossas lojas.
Agnaldo Barreto
Gerente comercial
Rede imperial de farmácia
Marcelo Polacow Bisson (8000+)
Presidente na Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar (SBRAFH) / Brazilian Society of Hospital Pharmacy
– Marcelo ministrou um módulo de varejo farmacêutico no curso de pós-graduação Master em ciências farmacêuticas do IPOG, tendo uma avaliação excepcional pelos alunos trazendo conteúdos novos e úteis. Eu recomendo o trabalho dele como consultor e profissional de treinamento.Marcelo lecionou em cursos de pós graduação, o qual sou o coordenador, e sempre demonstrou excelente comprometimento com a qualidade do ensino. Suas avaliações sempre atingem nota máxima com alto grau de satisfação dos alunos. Recomendo seu trabalho.